Projeto interdisciplinar com uso de informática educativa por área de conhecimento do Ensino Médio; Biblioteca de softwares educativos; Biblioteca de vídeos educativos; Oficinas de trabalho como professores das áreas de conhecimento do Ensino Médio das escolas públicas; Minicursos sobre uso pedagógico de softwares educativos. Bibliografia Básica: ABREU, R. A dos Santos. Software educacional ou o caráter educacional do software. In: Tecnologia Educacional. Vol. 26(142). Jul/Ago/Set. COLL, C. Psicologia e Currículo. São Paulo. Editora Ática. 1996. LEVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro. Editora 34. 1993. Bibliografia Complementar: LIMA, M.S.L. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e ação docente. Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha/UECE, 2001. MAGGIO. M. O campo da tecnologia educacional: algumas propostas para sua reconceitualização. In: Tecnologia educacional: políticas, histórias e propostas. Porto Alegre. Artes Médicas. 1997. MIZUKAMI, M.G.N. Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. Revista de São Carlos, São Carlos: EdUFSCar, 2002. NÓVOA, A. (Org). Os professores e a sua formação. Tradução de Graça Cunha, Cândida Hespano, Conceição Afonso e José António Sousa Tavares. Lisboa: Dom Quixote, 1997. Original em inglês. PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002. PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
Processos de desenvolvimento, utilização e avaliação de Software Educacional. Necessidades básicas para o desenvolvimento de S.E.; Estudo e discussão de S.E. Introdução a sistemas, ciclo de vida de um sistema de informação. Elicitação e validação de requisitos para desenvolvimento de software educacional. Noções de análise e projeto orientado a objetos. Bibliografía Básica: MAFFEO. Bruno. Engenharia de Software e Especificação de Sistemas, Ed. Campus. Rio de Janeiro. PRESMAN, Rogers. Engenharia de Software. Ed. Makron Books São Paulo - SP. ROCHA, Ana Regina Cavalcanti da. Qualidade de software - teoria e prática. Ed. Prentice Hall.
Introdução, evolução histórica, marcos legais e acordos internacionais; Os Tipos de proteção intelectual; Os Critérios de patenteabilidade; A trajetória de uma patente; Os procedimentos para fazer depósito de Patentes no Brasil; Startup. Bibliografia Básica: BARBOSA, Denis Borges. Uma Introdução à Propriedade Intelectual. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003. BARBOSA, Denis Borges. A aplicação do acordo TRIPS. Lumen Juris: São Paulo, 2003. SANTOS, Manoel J. Pereira dos; JABUR, Wilson Pinheiro. (Coord) Propriedade Intelectual: Criações Industriais, Segredos de Negócio e Concorrência Desleal. Série GV Law. São Paulo, Saraiva. Bibliografia Complementar: STEVE BLANK, BOB DORF. Startup: Manual do Empreendedor - O guia passo a passo para construir uma grande empresa. Alta Books: Rio de Janeiro, 2014. RIES, ERIK. A startup enxuta: como os empreendedores atuais utilizam a inovação contínua para criar empresas extremamente bem-sucedidas. Lua de Papel: São Paulo, 2012. COSTA NETTO, José Carlos. Direito Autoral no Brasil. Col. Juristas da atualidade. São Paulo: FTD. SCHMIDT, Lélio Denicoli. A Distintividade das Marcas. São Paulo: Saraiva. SILVA, Alberto Luís Camelier da. Concorrência Desleal: atos de confusão. São Paulo: Saraiva. KROKOSCZ, M. Autoria e Plágio: um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores. São Paulo. Atlas, 2012. BRASIL. Lei no 13.243. Dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação e altera a Lei no 10.973, de 2 de dezembro de 2004, a Lei no 6.815, de 19 de agosto de 1980, a Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, a Lei no 12.462, de 4 de agosto de 2011, a Lei no 8.745, de 9 de dezembro de 1993, a Lei no 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei no 8.010, de 29 de março de 1990, a Lei no 8.032, de 12 de abril de 1990, e a Lei no 12.772, de 28 de dezembro de 2012, nos termos da Emenda Constitucional no 85, de 26 de fevereiro de 2015. 11 jan 2016. Brasília. 2016.